Histórias da minh'alma
Era uma vez uma menina obstinada, tudo queria, não estava contente com nada, tropeçou na vida, pobre menina caiu ao chão, ergueu-se decidida a viver entre a loucura e a razão, afinal os sonhos estão ao alcance da mão...
22 de Novembro de 2009

 

VIVA!

VIVA-SE AOS 30...

 

Imaginado por ... Maria das Quimeras às 00:30 Elo da História
Minh'alma está...: TEASER
tags: ,
21 de Novembro de 2009

 VIVA!

VIVA-SE ENTRE CIDADES...

Imaginado por ... Maria das Quimeras às 00:30 Elo da História
Minh'alma está...: TEASER
20 de Novembro de 2009

 

 

VIVA!

VIVA-SE EM QUALQUER IDADE...

Imaginado por ... Maria das Quimeras às 00:30 Elo da História
Minh'alma está...: Teaser
tags: ,
18 de Novembro de 2009

 

 

 

Maninha Linda

Desejo-te

 

Carinho

Abraços

Ternuras

Amor

Risos

Imaginação

Nuvens de Algodão

Alegria

 

 

PARABÉNS

Imaginado por ... Maria das Quimeras às 19:42 Elo da História
Minh'alma está...: A celebrar
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16 de Novembro de 2009

 
Se caminhares pelo sublime jardim de Seteais, e suspirares perante tamanha beleza, o eco devolverá outros seis ais, em honra do amor pela sua princesa…
 
 
Ora conta a velha lenda que na mística Sintra de 1147, por altura da conquista de Lisboa aos Mouros, foi D. Mendo Paiva destacado para ocupar o Castelo de Sintra.
Entre os primeiros cavaleiros a subir a serra, D. Mendo de Paiva descobre uma passagem secreta, ao entrar descobre então o bravo Cristão, a beleza singela que haveria de dar nome a Seteais.
Anasir, formosa princesa moura, de traços profundos e misteriosos, tentava escapar acompanhada de Zuleima, a sua velha aia.
Surpreendida pela presença do intruso, solta um suspiro em forma de Ai.
- Ai.., querida Zuleima, fomos descobertas …
O Cristão encantado com a sublime forma perfeita da jovem princesa, demonstra convictamente a intenção de não a deixar escapar, colocando-se à sua frente. Com o medo a transbordar dos olhos azeviche, assustada não contem o segundo suspiro.
 - Ai … que temo pelas nossas vidas…
Zuleima, aia dedicada, segura as delicadas mãos da jovem princesa e ocultando a verdadeira razão, suplica-lhe que não suspire daquela forma.
- Minha ama, suplico-vos, contenha os suspiros para seu bem.
A esta altura o exército cristão aproximava-se da passagem secreta, era possível ouvir o ruído de seus passos por entre a folhagem húmida.
- Ai … não existe salvação possível para nós…
Fascinado com a jovem, decide D. Mendo de Paiva faze-la sua prisioneira, e esconde-la junto com sua aia, numa casa de sua pertença, na região de Sintra. A jovem, relutante, recusou-se a subir para o cavalo do Cristão, este perante a ousada recusa diz-lhe:
- Se não subires para o cavalo a bem, a vossa ama ficará aqui e serás levada à força.
A ameaça provoca novamente o desespero da jovem, que apesar das advertências da sua aia, não hesita em libertar o quarto Ai…
Pelo medo acedeu ao pedido do Cristão, seguiu acompanhada de Zuleima para o refúgio onde passaria o resto de seus dias, mantida em segredo, longe de tudo.
O tempo foi passando. A princesa enamorou-se do Cristão, que tanta atenção e cuidados lhe dedicava.
Certo dia, sentiu-se no denso ar de Sintra a inquietude e o desassossego. Ouviram-se barulhos no exterior da casa, alguém se aproximava, quem seria?
Temeu Zuleima que fosse o noivo da princesa Anasir, que tivesse regressado para se vingar da traição de sua noiva, que fugira e coabitava com um Cristão. Com receio do pior, decide a aia Zuleima revelar o maldito segredo da princesa…
- D. Mendo de Paiva, temo pela vida de Anasir, ao nascer a princesa foi amaldiçoada por uma velha feiticeira… morrerá no dia em que suspirar o sétimo ai.
A princesa sentia-se intrigada, com toda a preocupação em torno dos seus Ais, curiosa como era insistia com Zuleima que lhe revelasse o segredo…
- Ai … Ai … porque não me contam o porquê de tanta preocupação? – Foram este o quinto e o sexto suspiro, que saíram dos rubros lábios de Anasir.
O sétimo e último Ai, saiu de sua boca ao mesmo tempo que entrava o punhal do noivo enciumado em seu coração.
D. Mendo de Paiva, não mais recuperou da perda de seu amor, perdido na dor de sua perda, converteu-a em ira, tornando-se o mais terrível e implacável perseguidor de Mouros.
 

Por: Diana V. para Fábrica de Histórias

Imaginado por ... Maria das Quimeras às 00:49 Elo da História
Minh'alma está...: A VIAJAR....
02 de Novembro de 2009

Para elas foi simplesmente isto, um ponto em comum a meio do caminho, nascido de uma VISÃO ampla de alguém que simplesmente acreditou, que a partilha era mais do que UTOPIA. Alimentaram-se então os SONHOS, com QUIMERAS, e por entre o SILÊNCIO, houve DANÇAS de palavras a várias mãos. Ali reunidas, mais do que isso, UNIDAS, dão a voz pela escrita, o rosto pelas palavras, a presença por um AMOR compartilhado: A ESCRITA O sítio inspira a calma e a partilha, ali serve-se bom humor entre bebidas, solta-se o riso, entre tragos de nicotina ou na ausência dela. AMIGAS, sim, são elas, verdadeiras, soltas e espontâneas, aprenderam ao longo da estrada que lhe bastaria isso mesmo, são mulheres, mas sobretudo, elas mesmas! Na mesa redonda de vidro fosco, nascem novas ideias, discutem-se velhas, dão-se mãos e abraços. Prende-se a cumplicidade num momento chamado Amizade!

Imaginado por ... Maria das Quimeras às 00:48 Elo da História
26 de Outubro de 2009

 

Por entre o silêncio da noite, ecoa uma música de fundo, suave, em acordes de sensualidade desperta suavemente os corpos abraçados, naquele sofá com a medida perfeita para os abarcar.
Ele envolve-a num abraço terno, os seus braços são fortes, viris, inspiram-lhe confiança, fazem-na relaxar, com os dedos possantes vai-lhe dedilhando carícias pela pele morena, suave como o cetim. Ela aninha-se junto a ele em sinal de resposta, une os pequenos lábios rosados na forma de um coração e liberta doces beijos na pele áspera do seu peito robusto. Parece divertida, liberta um sorriso a meio dos beijos, enquanto se perde naqueles olhos castanhos de uma ternura sem fim, infinitos para ela, fazem-na viajar, sem nunca sair do mesmo lugar. As melenas loiras cobrem-lhe parcialmente o rosto, tão feminino, ele afasta-as ligeiramente, para conseguir observa-la, percebe um vislumbre de infantilidade que emana da sensual mulher diante dele, agrada-lhe sem dúvida essa estranha dualidade, detém-se no olhar, lembra-lhe mel de rosmaninho, tanto na cor, como na intensidade da doçura. Não consegue evitar um sorriso, enorme, rasgado, capaz de iluminar o vazio das trevas, vê-lo sorrir, inunda a sala de luz e fá-la feliz.
Despertam os sentidos pela proximidade dos corpos, unem-se cada vez mais, em partilha pela alma, em desafio pela emoção, sussurra por eles o desejo desatado do sentir.
Encontram-se as línguas cálidas, descobrem-se lentamente, têm o sabor do chocolate da sobremesa misturado com o acordar da doce tentação. Unem as mãos, os dedos dela, longos e finos com unhas escarlates, entrelaçam-se nos dele, com firmeza, numa sólida união. O corpo frágil e feminino procura saciar a sede do almejo, no corpo forte, que transpira masculinidade, ele, corresponde de forma sublime. Impera a liberdade em gestos de carinho, desamarram-se os sentidos antes despertados e envolvem-se no prazer mútuo de unir o corpo pela voz da alma.
Imaginado por ... Maria das Quimeras às 00:55 Elo da História
Minh'alma está...: Desatada
Melodias de Minh'alma: Sounds of Silence - Simon & Garfunkel
20 de Outubro de 2009

 

Em LUXURIA minha boca gulosa
Se consume p’la tua
Em laivos de poesia ou de prosa
E o meu corpo sedento
Bebe no corpo teu …
Com GULA o alimento
Que o teu olhar me prometeu
E se em ORGULHO te desejo
Se com VAIDADE te beijo
Será a IRA dos sentidos…?
E se nos forem Proibidos!?
Por INVEJA do almejo…
Com AVAREZA os protejo
São em nós sagrados…
Estes, sublimes PECADOS…
Imaginado por ... Maria das Quimeras às 19:08 Elo da História
Minh'alma está...: em pecado
18 de Outubro de 2009

 

Pensamentos, leves e soltos, estes que me fogem pela janela, em rasgos de imaginação. Saudade, tão cedo, ora a noite ainda agora chegou. Piada sem graça, não interessa afinal ninguém ouviu, devo por certo, ter-me deixado contagiar por tão sublime sentido de humor. Estou dispersa, tenho desculpa, acabei de despertar em cima do tapete rubro, vitima dos últimos dias de insónia forçada, era inevitável, a necessidade de sentir superou o sono.
Corro para ver se os alcanço, os pensamentos, os que fugiram pela janela. Já vão longe, segundo me constou, estão a setenta quilómetros de lá chegarem, aquele lugar tão longe de mim. Bonitinho diz-me ele, quase que o oiço por aqui, tão forte é a sua presença.
Da janela contemplo a minha rua, sem nome, porque se o tivesse seria certamente, Rua da Obra Divina, o CRIADOR tocou em SINTRA. A paisagem deslumbrante invade-me o olhar, misturada com tudo o que sinto neste momento, dá-lhe uma luz encantada. Tem rubras partículas de sonho acabadas de partir por entre os amarelos e castanhos do Outono que agora cobrem a serra. Verga-se a vegetação em fim de vida ao sabor do vento, morrerá para renascer, mais imponente, mais bela, não consigo deixar de pensar em como é amplo este círculo de vida.
Está despida minh’alma, como esta árvore do lado direito da minha janela, a ela caíram-lhe as folhas no meio do chão, a mim caíram-me os sentidos a meio da alma. Fica ao pé do muro antigo, onde por entre buracos e fendas num cinzento desbotado, passam os gatos vadios, uns pardos outros negros, gosto de gatos, principalmente os negros, trazem-me à memória Paris, Paris lembra-me Amor, e isso, ora isso, preenche-me a alma.
Inspiro, golfadas deste aroma Outonal com vestígios da chuva que nos últimos dias penetrou o solo, enche-me o peito, faz-me sentir viva. Ouço o murmúrio dos passarinhos, não os vejo, mas consigo imaginá-los, pequenos, frágeis e com tão grande capacidade para conquistar o céu, têm de sobra, o que por vezes nos falta. É doce esta melodia das aves, por entre o sussurro do vento na flora e a voz que ecoa dentro de mim.Entoação quase perfeita, perfeita para mim, seria se a acompanhassem uns quantos acordes de guitarra.
Impossível de evitar o despertar de um sorriso, quando detenho meus olhos sobre o Palácio da Pena, ergue-se soberbo, sobre a serra indomesticável. Imponente, mas de certa forma tão divertido, como uma caixa de lápis de cor. Parece saído das mãos de uma criança, amarelos, vermelhos, castanhos, laranjas, rasgam a serra e dão-lhe vida. Por vezes quer-me parecer que é esta salganhada de cores que sustenta o céu imenso, ora oculto em neblina, ora límpido manto azul cravejado de diamantes. Hoje escolheu a segunda hipótese, as estrelas decoram a rua, dão-lhe luz, numa disputa amigável com os candeeiros já acesos. Apanho um pensamento, desses que me fugiu, inquieto, endiabrado pensamento que entre risinhos me diz que este céu que agora vejo é o mesmo que cobre o RIBATEJO.
 

(Indisciplinadamente pra Fábrica de Histórias)

Imaginado por ... Maria das Quimeras às 23:58 Elo da História
Minh'alma está...: Solta pla Rua
15 de Outubro de 2009

 

Desato o Pensamento
Em sussurro, P’lo vento
Até ti, pra além de mim
Destas nossas noites sem fim
Guardo Pedaços no tempo
E para que sejam intemporais
Prendo-os no firmamento…
Brilham tanto como a Lua
Ouso dizer … talvez mais…!
Sentes? Minh’alma nua...?
Que tanto anseia pela tua           
Em deslizes de pecado
E se me deito a teu lado
Quando clama a ausência…
É em meu corpo sagrado
Tão firme a tua presença
Até mim, pra além de ti
Sentes? Como eu senti (sem ti)…
 

* Ora, ora que agora deu-me inspiração pra voltar à poesia ... ;)

Imaginado por ... Maria das Quimeras às 04:18 Elo da História
Minh'alma está...: liberta em pensamentos
Melodias de Minh'alma: Only Time - Enya
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